Parece que, para alguns políticos, quando a pesquisa não mostra o resultado esperado, começa o desespero.
E quando faltam argumentos, sobram ataques.
Acusar adversários de serem “bandidos”, espalhar informações que até o momento não foram comprovadas e tentar destruir reputações não é fazer política. É ultrapassar uma linha que jamais deveria ser ultrapassada.
E o mais importante: quando essas acusações chegam à Justiça, não basta apagar o que foi publicado e fingir que nada aconteceu
A Justiça não é palco de disputa política. É o lugar onde acusações precisam encontrar provas.
Pesquisa se enfrenta com trabalho.
Adversário se enfrenta com propostas.
Crítica se responde com argumentos.
E acusação séria exige prova.
Quem passou anos acreditando que poderia manipular a opinião pública através do medo, da mentira e do ataque pessoal precisa entender uma coisa:
O cidadão acordou.
As pessoas estão observando. Estão comparando. Estão cobrando. E, principalmente, estão cansadas de quem transforma a política em guerra pessoal.
Talvez esteja chegando a hora de perceber que o tempo da manipulação acabou.
Porque quem realmente tem trabalho para mostrar não precisa inventar inimigos.
Mostra resultados.
Apresenta propostas.
Respeita o adversário.
E deixa o povo decidir.
No fim, a verdade não precisa de gritos.
Precisa apenas de tempo.

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