Ele foi eleito na esteira da mudança em 2016, contra o grupo do qual ele fez e continua fazendo parte, já que o ex-prefeito, era o novo Messias da política, que iria transformar o município na maior locomotiva já vista na região noroeste, mesmo tendo os trilhos e a estação da cidade suprimidos de sua história.
Depois de 4 anos do novo Messias, eis que o que não deixaram ser candidato através da avaliação de seu grupo, volta como solução para a terra arrasada deixada pelo Messias. O vereador se reelege, na condição de presidente da casa legislativa bem como o que tinha sido renegado, por mais quatro anos.
Inicia-se uma nova gestão municipal com um rombo de aproximadamente R$ 200 milhões, passados menos de 3 anos a mesma narrativa acontece em relação ao renegado de 2016, o grupo pula do barco e no legislativo o edil que naquele momento não era mais presidente, e só mais um coadjuvante em uma base aliada, pula junto com seu mentor e passa a ser a voz da oposição ao governo em que serviu, rasgando o verbo e a lealdade. Diz a lenda que a politica convive com a traição e a recompensa veio com a perda do mandato, a partir de 1º de janeiro apenas um suplente na fila a mendigar um espaço no poder.

blogdolorenzini.com
Informa para transformar




Deixe um comentário