As terras raras são um grupo de 17 minerais críticos, essenciais para a produção de tecnologias modernas – como celulares, carros elétricos, turbinas eólicas, satélites, semicondutores e equipamentos de defesa avançados.
Hoje, a China controla mais de 80% da produção mundial, garantindo-lhe enorme influência geopolítica e econômica. Esse domínio vai da extração ao refino e à exportação, tornando grande parte do mundo dependente do fornecimento chinês para manter cadeias produtivas estratégicas.
O Brasil possui reservas expressivas de terras raras, principalmente em Minas Gerais, Goiás, Bahia e Amazonas, incluindo áreas sobre territórios indígenas. A demarcação dessas terras tem sido usada como instrumento estratégico para favorecer o alinhamento do país com a China, enquanto algumas ONGs se beneficiam da exploração ilegal e da gestão precária desses recursos. Ainda assim, o país explora pouco seu potencial, devido a limitações tecnológicas e à ausência de uma política industrial de longo prazo.
Nos últimos anos, o Ocidente tem buscado reduzir a dependência da China, incentivando parcerias para diversificar fontes de produção. Nesse contexto, um aproximamento estratégico entre Brasil e Estados Unidos poderia ser transformador:
. O Brasil fornece as matérias-primas;
. Os Estados Unidos trazem tecnologia e investimentos;
. Juntos, podem promover autonomia e resiliência nas cadeias globais de suprimento.
Essa cooperação poderia tornar o Brasil um ator- chave na transição energética e tecnológica global, ao mesmo tempo em que fortalece a governança democrática, retoma o controle soberano sobre seus recursos estratégicos, incluindo as terras indígenas, e reduz a influência de regimes autoritários e de ONGs que lucram com a exploração ilegal.

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Por: Carlos Bolsonaro.
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