A nossa história hoje volta 28 anos no tempo, quando a Cidade da Pedra Preta tinha um deputado federal, que trouxe entre outras conquistas, a primeira grande instituição de ensino superior, a UNIG, que milhares de vidas, desde então, transformou.
Este deputado federal tem nome e peso histórico, José Egydio Tinoco, peso histórico que tentaram derrubar, mas só ameaçaram, Zé sempre será o que foi para a cidade e região, muito importante. Os que estavam no poder não aceitaram a ascensão dele, e atrapalharam bastante, e hoje não podemos esquecer.
Os que estavam no poder, eram ferrenhos contra tudo o que ameaçassem eles, principalmente o rei do trono de pedra, inteligente jogador de xadrez e dono da última palavra, que botava e apeava do poder quem ele quisesse.
Um exemplo foi quando não deixou concorrer mais uma vez aquele que muitos pensavam ser o queridinho, que decepcionado como uma criança sem seu brinquedo, criou uma situação pesada e fez com que a pessoa que estava em seu lugar, perdesse a eleição depois do escândalo formado.
Naquele momento triste para o grupo, encontrar uma nova peça para o tabuleiro era a única saída para recuperar o poder quase divino, foi quando descobriram um trabalhador, do povo, da cidade e da roça. meio cambota, sério e de bem com a vida, muito querido.
O novo preposto, chegou ao topo e foi grato até com quem não ajudou tanto assim, sendo um dos pilares para a entrada em cena estadual, daquele que um dia tinha sido impedido pelo grupo de tentar se reeleger.
Como recompensa, o moço do povo, que caminhou, cantou e seguiu a canção, foi impedido de tentar a reeleição, assim como já tinham feito com o jovem pupilo poucos anos atrás, uma prática a serviço de interesses esquisitos de um punhado de pessoas contra milhares de outras.
Foi criado uma nova peça para entrar no lugar de quem tinha sido covardemente jogado para escanteio, mas a nova peça, perdeu e perdeu feio, com mais de 60% de pontos para o adversário, que não soube aproveitar e se lascou de verde e amarelo, mas aí história para outra hora, a de agora continua mais um pouco.
Continua quando foram buscar mais uma vez o homem caminhador e seguidor da canção, que estava cuidando da vida tranquilo. De novo ele passava a ser a salvação da lavoura. Ganhou, ajudou a quem pensava ser um velho amigo a ganhar de novo na esfera do estado, fazendo ainda mais ao resgatar na representação federal, um espaço que a cidade tinha perdido lá atrás quando Zé Egydio foi boicotado ( isso mesmo, boi-coi-ta-do pelos temerosos da época), esse espaço resgatado está nas mãos do filho Murillo Gouveia, que em pouco tempo de mandato no Congresso, tem história pra contar e aqui deixo para outra hora, o objetivo aqui é situar resumido, uma história em que a ingratidão, inveja e ciúme se misturam quando o pupilo do antigo rei do trono de pedras douradas se sente prejudicado e parte pra cima, fazendo a cabeça de um vice deslumbrado e rachando um grupo, ou melhor, pensando que racharia. O grupo novo permaneceu fiel ao moço da canção que diz que todos são iguais braços dados ou não.
Quando o pupilo do velho rei deu um golpe de espada, achou que fecharia a questão, mas os dias vão passando, e as jogadas dele funcionaram sim, mas a favor do meio-cambota, do homem verdadeiramente do povo.
Intrigas, fofocas, culpas inventadas para derrubar o filho do homem do povo, nada comprovadas, nada deu certo.
E como filho é a palavra da moda, o pupilo lança o dele tentando virar o jogo, jogo que em outros lados tem velhas propostas que caducaram mas insistem como passagem de busão a 1 real, restaurante popular de um real e outras fantasias que não colaram mas querem trazer de novo para iludir o povo.

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