Todo mundo perdido pode dar em tudo perdido


São engraçado os profetas de ocasião e suas profecias miraculosas e definitivas, profetas patrocinados, profetas apalavrados com possíveis futuras vitórias e profetas amargurados por que assistem a vaca ir para o brejo, torcendo para ficar uma beiradinha para ele no futuro governo. Poucas são as análises sérias, o que mais se tem são visões apocalípticas contra adversários, aliás tudo contra os adversários, sejam de esquerda, centro, direita, oposição e situação. Onde estão as propostas sérias sem ataques pessoais? Onde estão os grandes projetos e não os projetos pessoais, de oferecer emprego, de fazer tudo igual ao que o outro faz? Dia desses um pré-candidato saiu ás ruas que talvez nem se recorde mais os nomes, dizendo o que faria e etc & tal. Esqueceu ele de que um de seus apoiadores esteve durante um mandato, com a caneta azul do poder e porque nada fez nestas ruas? Será que elas surgiram da noite pro dia como completamente precisando de cuidados só agora? Ao tentar atingir o momento presente ele não se lembrou do passado recente e do apoiador importante que agora está com ele, mas foi prefeito um dia… e não pode fazer tudo, principalmente o que prometeu. Memórias fracas ou seletivas? Afinal o eleitor sofre do mesmo mal duplo: lembra do que quer, esquece o que não é agradável, vai na valsa.
São todos uns ótimos pés-de- valsa, mas o que a cidade precisa é de realidades transformadoras e não de ilusões escravizadoras.

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blogdolorenzini.com

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