É tudo que remete à verdade, somente a verdade. Quando os fatos são expostos, eles falam por si mesmos, dispensam a opinião de quem escreve, assim como certidões, notas oficiais, comunicados da Justiça, do MP, portais de transparência e outros documentos juramentados, devidamente registrados. Qualquer comentário do jornalista sobre tais evidências, acaba sendo confundido com mera opinião ou muito pior, ilação, a velha mania de jogar nos outros aquilo que se pratica. Ilação é levantar suspeitas, criar narrativas e distorcer verdades. Quando um jornalista quer opinar, ele escreve um artigo, faz um programa de rádio, tv e online, deixa claro o que ele pensa sabendo estar sujeito aos rigores da lei se cometer calúnia, injúria e difamação. Numa reportagem também está sujeito, se houver manipulação de documentos e outras arbitrariedades, mas se a reprodução de tais documentos é fiel, com datas, assinaturas , carimbos e outras identificações corretas, principalmente sem opiniões maldosas e ilações venais, não há como refutar. Que se procure as fontes oficiais que emitiram os documentos, mas não se acuse antes de checar quem publicou de forma ilibada. O leitor deve prestar atenção nos que atacam posições verdadeiras, pois muitos desses críticos, em ocasiões passadas não tão longe assim serviram como vassalos, usaram de táticas espúrias e derrotados, porém saudosos do que os alimentava, esperneiam, choram e berram “ mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero……”

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